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quinta-feira, 13 de março de 2014

PRISIONEIRA
    Célia Laborne Tavares


A poesia acariciou minhas noites
- noites nascidas no ocaso da infância,
correndo medrosas,  por estradas sem luz.
Eu a retive nos braços e a beijei
na solidão de poemas sem destino.

A música acordou-me em madrugadas
chegando pura, com o vento primeiro
que despertou meus sentidos.
Envolvi-me toda em seus afagos,
- prisioneira sem algemas,
estranha prisioneira.


2 comentários:

Zilani Célia disse...

OI IRENE!
TEXTO ROCANTE, ALGUÉM QUE ENCONTRA A POESIA NO APOGEU DA VIDA E DA QUAL SE VÊ CATIVA, LINDO DEMAIS.
ABRÇS

http://zilanicelia.blogspot.com.br/

Beatriz Bragança disse...

Querida Irene
Adorei esta poesia.
Recebeu a visita da poesia e que visita!
Obrigada por partilhar.
Beijinho
Beatriz