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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

TE QUERO / C]elia Laborne Tavares




Teu primeiro poema
nasce lento
como palavras que querem
amadurecer
antes de florescer.
Por isso, a cada hora
recomponho
o teu poema novo.


Nada sei do que virá
nem acalento esperanças
deixo apenas que
se construa
em segredos e lembranças
o teu poema
à tua própria forma
ao teu natural ritmo...


Depois adormeço
e sonhadora
e feliz
lembrando o quanto te quis
sempre, sempre.


1 comentário:

Luma Rosa disse...

Oi, Irene!
Grata surpresa ver a poesia de Célia Laborne aqui no seu blogue. Sempre que ela publica em seu blogue "Vida e Plenitude" recebo pelo e-mail. Ela é mesmo uma riqueza.
Beijus,