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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

CORPO CHEIO

Inocência...
Insustentável,
toda a leveza.
Habilidade.
Bom senso aturável,
em noite de Lua fria,
cheia de um cinzento,
quase impenetrável....
Silêncio.
Sim o silêncio.
Penetrar
o bom silêncio.
Inocente,
desejado.
A pele.
Os dedos,
e a boca.
O sexo.
Muito sexo.
Silêncio.
Suores.
Murmúrios,
a abafada loucura.
Liberdade.
Toda a Liberdade!
Alma farta,
corpo cheio,
de mim.

 
30/10/1014
Carlos Lobato
 
(Extraído da página do Facebook,
com autorização de:
Jornal de Literura)

2 comentários:

Maria Teresa Fheliz Benedito disse...

Olá querida Irene!
Espero que esteja bem e feliz.
Gostei d poema, forte instigante, um grande abraço amiga querida e agradecida por sua visita.

Clecilene Carvalho disse...

Eita silêncio que grita!

Bjos para você!